segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Quem casa quer casa - parte II

No post anterior “Fazendo planos: definindo prioridades e juntando grana” eu disse que a compra do nosso apê próprio está em último lugar na nossa listinha de prioridades, porque:

- o Henrique começou a ficar muito ansioso, até estressado, eu diria. Todo dia ele me ligava, dizendo que estava procurando em todos os sites de imobiliárias, que viu um apê legal, que ligou pra marcar visita... Aí vinha um pouco de frustração, porque os apês mais legais não aceitavam financiamento e o dinheiro que a gente tem pra entrada do financiamento ainda é pouco.

- Nós ainda não temos estabilidade profissional. Tudo bem, nós ganhamos um salário razoável que garante a concretização dos nossos sonhos, mas eu ainda não trabalho na minha área e ele se forma em Engenharia Elétrica só no começo de 2012. Então, pode acontecer dele ser transferido ou arranjarmos um emprego melhor em outra cidade. Eu já ouvi conselhos: “Ah, mais aí você pode alugar ou vender!” Muita dor de cabeça: você acaba de comprar seu cantinho, aí tem que arrumar a mudança correndo, e vender ou alugar um imóvel com pressa é sinônimo de prejuízo.

- Tentamos o “Minha casa, minha dívida”. Aqui em Bauru, as opções de apartamentos que estão dentro do programa são um caso sério! Os apartamentos são minúsculos por um preço bem maior que o de muitas casas grandes por aqui. O Terra Brasilis da MRV (que tem quase cinco quarteirões) contava com apartamentos de 45 m² por 95 mil!!!!!!!!!!!!!!! Absurdo! Não aceito!
Aí você financia a perder de vista, por uns 30 anos: o ovinho sai no final pelo dobro do valor!

Segundo Gustavo Cerbasi, em “Casais inteligentes enriquecem juntos” (já postei sobre o livro), o negócio ideal e mais lucrativo é investir os R$ 100 mil a juros de 1% ao mês e alugar um imóvel com o que rendesse. Assim, você teria uma grande reserva de dinheiro e não precisaria se preocupar com a manutenção do imóvel.

Contudo, o apê próprio é sonho de muita gente e é o nosso também. Então, o plano é o seguinte: a gente poupa o máximo em contas separadas (porque se colocarmos com a conta conjunta a gente vai acabar usando o dinheiro do casório pro apê) e vai morando num aluguel barato por uns cinco anos. Daí, o dindin rende mais um pouco e a entrada no apê é maior!

Desde Junho a revista Minha Casa traz uma série de matérias sobre compra da casa própria. Lá eles explicam melhor essa matemática de juros, aluguel, entradas e financiamentos. Segue o link para que quiser conferir:


Um comentário:

Ana Gabriela disse...

Oi Solzinha!!!

Ahhhh... nem acredito nisso!!! Ou melhor prefiro nem acreditar!
Quem vai bagunçar a casa toda?! Me ensinar que a extensão do guarda-roupa e estante de livros é embaixo da cama?????

hauahauahauahauahuha

Já te falei... enquanto o Henrique Jr. não vem, deixa o quarto do bebê pra mim, pq todo final de semana: é nóis!

Bjão Sor!!